Se não fosse por “Zohan” e “Ta rindo de que?”, esse seria o
pior filme de Adam Sandler. Iniciando mal seu contrato com a Netflix, nesse
filme que é tão ruim quando “Cada um tem a gêmea que merece”. O filme é um
besteirol bem fraco, o ponto mais alto é Terry Crews consegue tirar algumas
risadas. Rod Schneider, que é muito engraçado, se torna cansativo tentando
fazer piada com um burro sem logica, os outros seis atores são irrelevantes.
Sandler tem poderes indígenas sem sentido e sem graça, que por sua vez são
cansativos. O filme se eleva quando os seis vão roubar o outro de Harvey Keith
(Smily), essa sequência do início ao filme é engraçada mas depois disso nada
mais é bom, os geniais Esteve Buscemi e John Turturro estão chatos e sem graça,
Danny Trejo fez seu trabalho como deveria e como já vimos antes, Vanilla Ice e David
Space tentam mas não conseguem ser engraçados, porém não são totalmente sem
graça igual Taylor Lautner, que é irritante, bobo e segue com uma atuação de
filmes independentes de baixo orçamento e John Lovitz te engana fazendo você
achar que ele aparece para erguer o humor no filme, mas isso não acontece, seu
personagem é mal utilizado e encerado muito rápido. Ali perderam um bom vilão
que deveria ter se juntado com Danny Trejo (Cícero), mas não acontece. Vale ver
o grande Nick Nolte (pai de Sandler no filme), mas o personagem é destruído em
um roteiro ruim. O ponto alto é a edição e linguagem cinematográfica remetendo
ao clássica trilogia de western spaghetti italiano O bom, o mal e o feio de 1966, dirigido por Sergio Leone e
estrelando Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach nos
papéis principais. Muito boa também a trilha sonora do filme Os seis ridículos,
mas o filme cansa e é totalmente chato. Repetindo as palavras de um crítico (Richard Roeper) que li aqui na
Rottem Tomatoes: Obrigado por nada, Netflix.




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